quarta-feira

Meu Nome Não é Johnny (ESPECIAL)














Exibido em: 26/01/08
SEM NOTA (Sessão especial de Aniversário do Cinema na Lata)
Comentários:
Um filme otimo, com muitas tiradas engraçadas, principalmente de Selton Melo. Mas os outros atores foram escolhidos a dedo. Acho que escolhemos bem em comemorar o aniversário do Cine e o 100º filme do Cine com ele. Por isso resolvi colocar a ficha tecnica do filme e assim dar credito a todos.
(Cathy Heartcliff)



Ficha Técnica
Título Original: Meu Nome Não é Johnny
Gênero: Drama
Tempo de Duração: Ano de Lançamento (Brasil): 2008
Site Oficial: http://www.meunomenaoejohnnyfilme.com.br/
Estúdio: Atitude Produções / Sony Pictures Entertainment / Globo Filmes / TeleImage / Apema Distribuição: Sony Pictures Entertainment / Downtown Filmes
Direção: Mauro Lima
Roteiro: Mariza Leão e Mauro Lima, baseado em livro de Guilherme Fiúza
Produção: Mariza Leão
Música: Fábio Mondego
Fotografia: Uli Burtin
Direção de Arte: Cláudio Amaral Peixoto
Figurino: Reka Koves
Edição: Marcelo Moraes




Elenco:
Selton Mello (João Guilherme Estrella)
Cléo Pires (Sofia)
Júlia Lemmertz (Mãe de João)
Rafaela Mandelli (Laura)
Eva Todor (D. Marly)
André di Biasi (Alex)
Giulio Lopes (Pai de João)
Cássia Kiss (Juíza)
Ângelo Paes Leme (Julinho)
Orã Figueiredo (Oswaldo)
Hossen Minussi (Wanderley)
Luís Miranda (Alcides)
Gillray Coutinho (Advogado)
Kiko Mascarenhas (Danilo)
Flávio Bauraqui (Charles)
Aramis Trindade (Taínha)
Neco Vila Lobos (Carlos)
Charly Braun (Felipe)
Felipe Martins (Fernando)
Roney Villela (Hércules)
Wendell Bendelack (Sininho)
Ivan de Almeida (Carcereiro)
Flávio Pardal (Boneco)
Rodrigo Amarante







Sinopse:
João Guilherme Estrella (Selton Mello) nasceu em uma família de classe média do Rio de Janeiro. Filho de um diretor do extinto Banco Nacional, ele cresceu no Jardim Botânico e frequentou os melhores colégios, tendo amigos entre as famílias mais influentes da cidade. Carismático e popular, João viveu intensamente os anos 80 e 90. Neste período ele conheceu o universo das drogas, mesmo sem jamais pisar numa favela. Logo tornou-se o maior vendedor de drogas do Rio de Janeiro, sendo preso em 1995. A partir de então passou a frenquentar o cotidiano do sistema carcerário brasileiro.





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