sexta-feira

Agente 86






















Exibido: 22/05/09
Comentário:
Sempre assisti o seriado, Agente 86. E o filme não deixa a desejar. O ator Steve Carell interpreta muito bem Maxwell papel que consagrou Don Adams o ator da serie que foi exibida entre 1965 e 1970. Vale a pena matar saudade.
Ficha Técnica
Título Original: Get Smart
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 110 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2008
Direção: Peter Segal
Roteiro: Tom J. Astle e Matt Ember, baseado em personagens criados por Mel Brooks e Buck Henry
Produção: Michael Ewing, Alex Gartner, Andrew Lazar e Charles Roven


Elenco
Steve Carell (Maxwell Smart)
Anne Hathaway (Agente 99)
Dwayne Johnson (Agente 23)
Alan Arkin (Chefe)
Terence Stamp (Siegfried)
Terry Crews (Agente 91)
David Koechner (Larabee)
James Caan (Presidente)
Bill Murray (Agente 13)
Patrick Warburton (Hymie)
Masi Oka (Bruce)
Nate Torrence (Lloyd)
Ken Davitian (Shtarker)
David S. Lee (Ladislas Krstic)
Dalip Singh (Dalip)
Geoffrey Pierson (Vice-presidente)



Sinopse
Um ataque à sede da CONTROLE faz com que Maxwell Smart (Steve Carell) seja enfim promovido a agente, ganhando o código 86. Agora, juntamente com a agente 99 (Anne Hathaway), ele precisa encontrar os vilões da KAOS e encerrar seus planos.

Curiosidades
- Jim Carrey esteve cotado para interpretar Maxwell Smart.

- Jennifer Love Hewitt e Rachel McAdams estiveram cotadas para interpretar a agente 99.

- Ao término dos créditos finais há uma dedicatória a Don Adams e Edward Platt.

- As filmagens ocorreram entre 21 de março e 25 de junho de 2007.

- O orçamento de Agente 86 foi de US$ 80 milhões.

quinta-feira

Medo e Delírio






















Exibido m: 21/05/09
Comentarios:
Achei um filme diferente, realmente estilo do diretor que trabalhou no 12 macacos. Uma viagem psicodelica bem louca. Gostei muito, filme dinamico. Nem vou falar do trabalho do Johnny Depp porque eu sempre gosto muito.

Ficha Técnica
Título Original: Fear and Loathing in Las Vegas
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 118 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 1998
Direção: Terry Gilliam
Roteiro: Terry Gilliam, Tony Grisoni, Tod Davies e Alex Cox, baseado no livro de Hunter S. Thompson
Produção: Patrick Cassavetti, Laila Nabulsi e Stephen Nemeth

Elenco
Johnny Depp (Raoul Duke)
Benicio Del Toro (Dr. Gonzo)
Tobey Maguire (Caronista)
Michael Lee Gogin (Anão Uniformizado)
Larry Cedar (Agente de Aluguel de Carros - Los Angeles)
Brian Le Baron (Atendente do Estacionamento)
Ellen Barkin (Garçonete do North Star)
Gary Busey (Patrulheiro da Estrada)
Cameron Diaz (Repórter Loira)
Craig Bierko (Lacerda)
Christinna Ricci (Lucy)
Harry Dean Stanton (Juiz)
Flea (Músico)


Sinopse
Enviado para Las Vegas para cobrir o Mint 400, uma corrida de motos no deserto, o jornalista Dr. Thompson (Johnny Depp) e seu advogado (Benicio Del Toro) se encontram numa cidade onde somente drogas poderosas podem fazer com que as coisas sejam ligeiramente normais.

Curiosidades
- Um dos bares visitados pelo personagem de Johnny Depp chama-se "The Matrix".

- No pôster brasileiro do filme, existe a seguinte frase: "Nos dê o seu cérebro por duas horas e você nunca mais será o mesmo".



terça-feira

Star Trek













Ricardo de Souza 19/05/09

J.J. Abrams é um nome a ser lembrado por muito tempo quando falarmos da cultura pop. O ídolo nerd (de um novo tipo de nerd que foge dos fatídicos estereótipos), compreendeu que, após anos bombardeados com obras de ficção científica e cada vez mais próximos tecnologicamente destas (celulares, MP3, touch screens?), a sensação de espanto com o místico e tecnologias inovadoras deve ceder espaço para o ser humano. Não que a ficção científica clássica não tivesse o homem, e todos os seus dilemas e relacionamentos, como seu mais fabuloso objeto de estudo, mas nos últimos anos, e em grande parte por culpa deste diretor e produtor, que grande parte dos espectadores realmente entenderam isso.


Em Lost temos uma avaliação completa do espírito humano (da maldade, bondade, medo, fé) frente a adversidades fantásticas, em Fringe temos o velho debate de moral versus desenvolvimento científico, e Cloverfield é nada mais que um retrato cru sobre o desespero frente à destruição sem explicações (isso sem esquecermos outras obras, como Alias). O importante é que viagens no tempo, monstros de fumaça ou de trinta metros de altura e experimentos paranormais são apenas o cenário que nunca ofuscam a amargura de perder um amigo ou um amor ou o nascimento de um relacionamento de companheirismo.


É isto que também acontece com Star Trek. Abrams reconheceu que a série sempre foi muito mais calcada nos relacionamentos humanos que sua comparação inevitável, Star Wars, e explorou este elemento ao máximo, embora tenha dado a ela finalmente o ar épico que sempre lhe faltou (ironicamente, Star Wars tanto ficou mais estéril quanto diminuiu, a despeito dos efeitos especiais ruidosos, em sua nova trilogia). Mais do que isto, tirou esta belíssima história da mão de seus adoradores exclusivos, os trekkers, e a levou ao grande público (ou parte dele, quem me acompanhou na sessão não entendeu bem tudo...). Inevitável não gostarmos todos destes bravos jovens, que constroem fortes amizades enquanto amadurecem para virarem lendas.


Star Trek (apenas assim, sem subtítulos e sem tradução) narra o nascimento do capitão James T. Kirk e sua infância, bem como a de seu futuro grande amigo Spock. Kirk é um jovem rebelde, mulherengo e arrogante, com completa falta de um senso de responsabilidade, mas com uma brilhante mente militar, que tem que conviver com o fantasma de seu pai, um herói, que foi capitão apenas 12 minutos antes de morrer, mas salvou mais de 800 pessoas, inclusive a esposa e o filho recem-nascido. Já Spock convive com sua dualidade racial (já que é meio humano e meio vulcano), o que o leva conflitos internos e hostilização de seu próprio povo, o que o torna alguém amargo, escondendo-se atrás das exigências da raça de seu pai (já que os Vulcanos devem primar sempre pela lógica). Juntos a outros não menos brilhantes cadetes, os dois embarcam na U.S.S. Enterprise, a jóia da Federação, para seu batismo de fogo contra o vingativo Nero, que voltou no tempo caçando a versão mais velha de Spock.


Embora tenha efeitos especiais de tirar o fôlego e sequências de ação mirabolantes, algo que sempre fez falta tanto na série clássica quanto em seus infinitos derivados, eles nunca ofuscam o palco principal. Assim, por mais impactante que seja a destruição da U.S.S. Kelvin, não podemos deixar de ver o medo em George Kirk ao encarar seu destino final, e a angústia de não poder estar ao lado do filho que acabara de nascer, mas vemos também a certeza de quem salva uma vida (ou 800). Da mesma forma, todos os cadetes e jovens oficiais parecem se esforçar ao máximo para mostrar aos demais porque estão na tripulação da melhor nave da tropa e isto fica nítido a cada olhar ou movimento mais sutil.


Isto só é possível, não apenas pelo bom trabalho de Abrams e de seu diretor de fotografia, que embora tenham um cenário grandioso, insistem em manter a câmera nervosa, em mãos, e quase sempre próxima ao rosto de algum personagem, como também de seu jovem e quase desconhecido elenco. Todos (até mesmo o sempre apagado Eric Bana), estão perfeitos em seus papéis. Mesmo o mais coadjuvante deles tem seu pequeno momento de destaque sobre as luzes (o que é difícil dado o número de personagens), embora o filme, compreensivelmente, se foque mais em Kirk e Spock, desenvolvendo de maneira extraordinariamente orgânica a sua amizade, a partir de um grande estranhamento inicial, conforme reconheçam os traços que têm em comum. O momento em que Kirk tem que brincar com os sentimentos do Vulcano para ter uma vantagem pessoal é logo em seguida marcado por um singelo olhar de auto-reprovação por parte do primeiro. Uma pena que o terceiro elemento da santíssima trindade da Enterprise, o médico Leonard “Magro” McCoy, que sempre completou tão bem esta equação, tenha sido pouco explorado.


Chris Pine (Kirk) tem a grande tarefa de repetir o êxito de William Shatner de criar, de uma forma essencialmente bonachona e quase clichê, um personagem complexo, com um número tão grande de falhas quanto de qualidades, e ainda assim com um forte elo com o público. Desta forma, Pine, consciente do mito com o qual trabalhava, se inspirou na interpretação canastrona de Shatner e mantém até mesmo muitos de seus maneirismos (notem como ele se senta na cadeira do capitão). O carisma do personagem (que deve muito também ao do próprio ator) é ainda mais reforçado pelo extremo azar deste, bem como também por se enquadrar na escola de heróis como Indiana Jones, pois ganha apenas uma das inúmeras lutas corporais nas quais se envolve, e jogando sujo. Além disso, a jogada com o novo sentido para o apelido de McCoy (Magro, ou Bones) mostra um Kirk que, por mais carinhoso que possa ser com os amigos, não perderia uma piada por nada, por mais que ela “toque na ferida”.


Ao seu lado, Zachary Quinto (Spock) é o que tem a maior responsabilidade, ao ter que desempenhar o papel de uma das maiores referências pop de todos os tempos, e é brilhante ao expressar-se bem em três papéis, já que temos um Spock essencialmente emotivo escondendo-se sob a face de um lógico e frio vulcano, resultando em um terceiro personagem. Em minutos ele foi mais capaz de demonstrar amargura e vingança que Hayden Christensen (novamente, Star Wars) em dois longas, sem, no entanto, nos deixar de lembrar que aquele é um homem virtuoso e correto, que apenas está tentando lidar com uma grande série de perdas inestimáveis.


O resto do elenco merece também toda sorte de elogios, pois conseguiu criar personagens tridimensionais e carismáticos por menor que seja seu tempo em tela, e muitos deles até mesmo superam seus moldes originais. Anton Yelchin surpreende como o impúbere e desajeitado Checkov, Karl Urban é impecável como o estourado e reclamão McCoy, servindo muitas vezes como consciência de Kirk, ao mesmo tempo em que sua indulgência com os desejos do amigo fazem este tomar as decisões mais imprudentes. John Cho mantém a eficiência e a elegância de Sulu, enquanto Simon Pegg tem o personagem mais anárquico e engraçado de todos e, mesmo contrariando a regra de que nenhum personagem deve ser introduzido na história ao fim do segundo ou durante o terceiro ato, tem um papel crucial no desenrolar da trama, e sem parecer que é um Deus Ex Machina.


Já Zoe Zaldana surge linda, mas não se apóia apenas em sua beleza, dando à oficial de comunicações Uhura um destaque que nunca teve na fase clássica, aliada a uma força necessária para essa que é a única personagem feminina com real importância. O próprio Abrams também mostrou um certo cuidado com Uhura, sem nem mesmo esquecer do pequeno arco cômico envolvendo seu primeiro nome, que se resolve quase ao final do filme. No entanto, nem tudo são flores, e temos Eric Bana que, mesmo estando em um dos seus melhores papéis (já que apenas uma vez interpretou bem na vida, em Munique), ainda tem um desempenho raso, já que hora nenhuma conseguimos sentir o seu sofrimento.


Os velhos (e alguns fanáticos) fãs podem até reclamar das inovações promovidas por Abrams, mas é inegável que o diretor trapaçeou tão bem quanto Kirk no teste Kobayashi Maru, ao usar da viagem do tempo para justificar a criação de um universo paralelo (ou melhor, linha do tempo alternativa, para os mais específicos) onde as novas aventuras são vividas, graças as alterações promovidas pelo velho Spock e por Nero na linha do tempo original. Assim, embora haja um novo universo para ser explorado, a série clássica está lá, intocada, em seu próprio cantinho no prisma temporal.


Com uma boa dose de humor entre suas cenas mais duras, especialmente com uma deliciosa referência à sempre alta mortandade de camisas-vermelhas (para quem não conhece a praxe, figurante que veste camisa vermelha na série clássica sempre morre. fato), Star Trek traz uma ode a uma amizade que não se encontra mais por aí. Aqueles jovens são nossos sonhos de fidelidade e aventura e, mais do que nunca, será um prazer estar ao seu lado quando forem corajosamente onde nenhum homem jamais esteve. O espaço não é a fronteira final. Nós é que somos.


Vida longa e próspera a todos!

Controle - A História de Ian Curtis


















Exibido em: 19/05/09
Comentários:
Um filme marcante sobre a vida do vocalista do grupo Joy Divivion, Ian Curtis. Tudo é retratado de uma forma poetica, o filme é em preto e branco. E é baseado no livro “Touching From a Distance", escrito pela viúva dele Deborah Curtis.
Ficha Técnica
Título Original: Control
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 121 minutos
Ano de Lançamento (EUA / Inglaterra):
Direção: Anton Corbijn
Roteiro: Matt Greenhalgh, baseado em livro de Deborah Curtis
Produção: Anton Corbijn, Todd Eckert e Orian
Elenco
Sam Riley (Ian Curtis)
Samantha Morton (Deborah Curtis)
Craig Parkinson (Tony Wilson)
Joe Anderson (Peter Hook)
Nicola Harrison (Corrine Lewis)
Toby Kebbell (Rob Gretton)
Alexandra Maria Lara (Annik Honoré)
Matthew McNulty (Nick Jackson)
Ben Naylor (Martin Hannett)
James Anthony Pearson (Bernard Sumner)
Tim Plester (Earnest Richards)
Robert Shelly (Twinny)
Andrew Sheridan (Terry Mason)
Harry Treadaway (Stephen Morris)
Nigel Harris
Sinopse
Os últimos anos da vida de Ian Curtis (Sam Riley), vocalista da lendária banda inglesa Joy Division. Curtis, que teve uma trajetória curta e intensa, ficou famoso por seu talento de letrista e por suas performances épicas à frente da banda. Sofrendo com os ataques de epilepsia, sem saber como lidar com o seu talento e dividido entre o amor por sua mulher e filha e um caso extraconjugal, ele se enforcou em 18 de maio de 1980, aos 23 anos.
Curiosidades
- Como as canções do Joy Division são bem simples, os atores que interpretam os integrantes da banda aprenderam a tocá-las. As cenas vistas no filme são com os próprios atores tocando e cantando.
- Exibido na mostra Midnight Movies, no Festival do Rio 2007.

quinta-feira

A vida secreta das abelhas






















Exibido em: 14/05/09
Comentários:
Há tempos que não vejo um filme que retrata a vida dos negros nos EUA, um história bonita com um pano de fundo maravilhoso. O que me deixa mais alegre em ver esse filme é saber que a Queen Latifah começou em filmes de comedia e hoje faz muito bem dramas.
Ficha Técnica
Título Original: The Secret Life of Bees
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 110 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2008
Direção: Gina Prince-Bythewood
Roteiro: Gina Prince-Bythewood, baseado em livro de Sue Monk Kidd
Produção: James Lassiter, Ewan Leslie, Joe Pichirallo, Lauren Shuler Donner e Will Smith Elenco
Dakota Fanning (Lily Owens)
Queen Latifah (August Boatwright)
Jennifer Hudson (Rosaleen Daise)
Alicia Keys (June Boatwright)
Sophie Okonedo (May Boatwright)
Paul Bettany (T. Ray Owens)
Hilarie Burton (Deborah Owens)
Tristan Wilds (Zach Taylor)
Nate Parker (Neil)
Shondrella Avery (Greta)
Sharon Morris (Violet)
Nicky Buggs (Cressie)
Sinopse
Carolina do Sul, 1964. Lily Owens (Dakota Fanning) é uma garota de 14 anos que é atormentada pelas lembranças da mãe. Decidida a fugir da solidão e do relacionamento complicado com seu pai, T. Ray (Paul Bettany), Lily decide acompanhar Rosaleen (Jennifer Hudson), sua tutora e única amiga, até uma pequena cidade do interior. Lá elas conhecem August (Queen Latifah), a mais velha das irmãs Boatwright, que conhece alguns segredos do passado da mãe de Lily.

As Virgens Suicidas






Exibido em: 07/05/09
Comentários:
Uma história simples, mas que torna o filme interessante, não era o que eu esperava mas valeu a pena ver.
Ficha Técnica

Título Original: The Virgin Suicides

Gênero: Drama

Tempo de Duração: 97 minutos

Ano de Lançamento (EUA): 2000

Direção: Sofia Coppola

Roteiro: Sofia Coppola, baseado em livro de Jeffrey Eugenides

Produção: Francis Ford Coppola, Julie Costanzo, Dan Halsted e Chris

Elenco

James Woods (Sr. Lisbon)

Kathleen Turner (Sra. Lisbon)

Kirsten Dunst (Lux Lisbon)

Josh Hartnett (Trip Fontaine)

Hanna R. Hall (Cecilia Lisbon)

Chelse Swain (Bonnie Lisbon)

A.J. Cook (Mary Lisbon)

Leslie Heyman (Therese Lisbon)

Danny DeVito (Dr. Hornicker)

Scott Glenn (Padre Moody)

Jonathan Tucker (Tim)

Anthony DeSimone (Chase)

Giovanni Ribisi (Narrador - voz)

Hayden Christensen

Sinopse

Durante a década de 70, o filme enfoca os Lisbon, uma família saudável e próspera que vive num bairro de classe média de Michigan. O sr. Lisbon (James Woods) é um professor de matemática e sua esposa é uma rigorosa religiosa, mãe de cinco atraentes adolescentes, que atraem a atenção dos rapazes da região. Porém, quando Cecília (Hanna R. Hall), de apenas 13 anos, comete suicídio, as relações familiares se decompõem rumo a um crescente isolamento e superproteção das demais filhas, que não podem mais ter qualquer tipo de interação social com rapazes. Mas a proibição apenas atiça ainda mais as garotas a arranjarem meios de burlar as rígidas regras de sua mãe.

A Garota Ideal























Exibido em: 07/05/09
Comentário:
Uma bonita história, que emociona qualquer um. Vale muito a pena ver esse filme intrigante.
Ficha Técnica
Título Original: Lars and the Real Girl
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 106 minutos Ano de Lançamento (EUA): 2007
Direção: Craig Gillespie
Roteiro: Nancy Oliver
Produção: Sarah Aubrey, John Cameron e Sidney Kimmel

Elenco
Ryan Gosling (Lars Lindstrom)
Emily Mortimer (Karin Lindstrom)
Paul Schneider (Gus Lindstrom)
R.D. Reid (Reverendo Bock)
Kelli Garner (Margo)
Nancy Beatty (Sra. Gruner)
Doug Lennox (Sr. Hofstedtler)
Joe Bostick (Sr. Shaw)
Liz Gordon (Sra. Schindler)
Nicky Guadagni (Sra. Petersen)
Patricia Clarkson (Dagmar)
Karen Robinson (Cindy)
Maxwell McCabe-Lokos (Kurt)
Billy Parrott (Erik)
Sally Cahill (Deb)
Angela Vint (Sandy)
Liisa Repo-Martel (Laurel)

Sinopse
Lars Lindstrom (Ryan Gosling) é um homem tímido e introvertido, que vive na garagem de seu irmão mais velho, Gus (Paul Schneider), e sua cunhada Karin (Emily Mortimer). Lars apenas acompanha o desenrolar de sua vida, sem se mexer para algo. Até que um dia ele encontra Bianca, uma missionária religiosa, através da internet. O problema é que para as pessoas Bianca não é alguém real, mas a réplica de uma mulher, feita de silicone. Só que Lars acredita piamente que ela é um ser humano, o que faz com que se torne seu apoio emocional. Preocupados, Gus e Karin decidem procurar o conselho de uma psicóloga, que recomenda que concordem com Lars enquanto ele lida com seus problemas pessoais

Star Trek























Exibido em: 13/05/09
Comentário:
Filme muito bem feito, trama bem bolada que agrada realmente aos fãs e mesmo os não fãs, fica facil de entender e gostar da história. Vale demais a pena assistir... Recomendo e aplando de pé.
Ficha tecnica:
Titulo Original: Star Trek
Genero: Ficção Cientifica
Tempo de duração: 126 minutos
Ano de lançamento: (EUA/Alemanhã): 2009
Direção: J.J. Abrams
Roteiro: Alex Kutzman e Roberto Orci, baseado na serie de tv criado por Gene Roddenberry
Produção: J.J. Abrams e Damon Lindenlof
Elenco
Chris Pine (James Tiberious Kirk)
Zachary Quinto (Spock)
Leonard Nimoy (Spock Prime)
Eric Bana (Nero)
Bruce Greenwood (Capitão Christopher Pike)
Karl Urban (Dr. Leonard "Bones" McCoy)
Zoe Saldana (Nyota Uhura)
Simon Pegg (Scotty)
John Cho (Hikaru Sulu)
Anton Yelchin (Pavel Chekov)
Ben Cross (Sarek)
Winona Ryder (Amanda Grayson)
Chris Hernsworth (George Kirk)
Jennifer Morrison (Winona Kirk)
Rachel Nichols (Gaila)
Faran Tahir (Capitão Robau)
Clifton Collins Jr. (Ayel)
Antonio Elias (Oficial Pitts)
Freda Foh Shen (Kelvin Helmsman)
Jimmy Bennet (James T. Kirk - jovem)
Jacob Kogan (Spock - jovem)
Tyler Perry (Almirante Richard Barnett)
Ben Biswagner (Almirante James Komack)
Akiva Goldsman (Integrante do Conselho Vulcano)
Sinopse
James Tiberious Kirk (Chris Pine) é um jovem rebelde inconformado com a morte de seu pai. Certo dia, recebe convite para fazer parte da formação de novos cadetes para a Frota Estelar. Uma vez lá conhece Spock (Zachary Quinto), um vulcano que optou por deixar seu planeta porque é metade humano e discordava do preconceito. Durante o treinamento, e também na primeira missão, os dois vivenciam novas experiências provocadas por seus estilos diametralmente opostos. Assim, Spock, o cerebral, e Kirk, o passional, viverão uma grande aventura ao lado de outros tradicionais integrantes da tripulação da U.S.S. Enterprise, a mais avançada nave espacial da época. (RC)
Curiosidades
- O diretor J.J. Abrams considerava apenas dois atores para o personagem Nero: Eric Bana e Russell Crowe.
- Joshua Jackson e Mike Vogel estiveram cotados para o personagem James T. Kirk. - Josh Lucas esteve cotado para o personagem Christopher Pike.
- Sydney Tamiia Poitier fez testes para a personagem Uhura.
- É o 11º filme da série Jornada nas Estrelas. Os demais foram Jornada nas Estrelas - O Filme (1979), Jornada nas Estrelas II - A Ira de Khan (1982), Jornada nas Estrelas III - À Procura de Spock (1984), Jornada nas Estrelas IV - A Volta Para Casa (1986), Jornada nas Estrelas V - A Fronteira Final (1989), Jornada nas Estrelas VI - A Terra Desconhecida (1991), Jornada nas Estrelas - Generations (1994), Jornada nas Estrelas - Primeiro Contato (1996), Jornada nas Estrelas - Insurreição (1998) e Nêmesis (2002).- Os eventos mostrados em Star Trek são anteriores aos dos demais filmes da série.- Desde o início da série o maior hiato entre o lançamento de um novo filme foi entre Nêmesis e Star Trek: 7 anos.
- É o 1º filme da série em que Leonard Nimoy atua desde Jornada nas Estrelas VI - A Terra Desconhecida (1991)
.- Pela 1ª vez na série os personagens clássicos não foram interpretados pelos atores originalmente escalados, com exceção de Leonard Nimoy.- Estréia de Zachary Quinto no cinema. - É o 1º filme estrelado por Tyler Perry que não seja um de seus próprios projetos.
- Simon Pegg rodou as cenas de seu personagem em 5 semanas.
- É o 1º filme em que é dito o nome inicial da personagem Uhura: Nyota.
- Chris Pine declarou que, para não parecer uma cópia de William Shatner, se inspirou em Harrison Ford em Guerra nas Estrelas (1977) e Os Caçadores da Arca Perdida (1981) para compôr o personagem James T. Kirk. - Michael Giacchino utilizou a música-tema original da série Jornada nas Estrelas, composta por Alexander Courage, em Star Trek.
- As filmagens ocorreram entre 11 de novembro de 2007 e 27 de março de 2008.
- O 1º teaser foi divulgado antes de Cloverfield - Monstro (2007), produzido por J.J. Abrams.
- Inicialmente o lançamento nos cinemas ocorreria no Natal de 2008, mas a Paramount decidiu adiá-lo para 8 de maio de 2009 por acreditar que o filme poderia ser um blockbuster de verão e teria menos concorrência no período.
- O orçamento de Star Trek foi de US$ 150 milhões